domingo, 27 de dezembro de 2009

Sonhos Infláveis

Eu pensava na possibilidade das pessoas irem e virem da minha vida, com tal probabilidade da matemática, que não me descia na garganta desde que comecei a olhar no relógio da vida. O fato era mais grave ainda, que a matemática que eu por certo odiava, o erro era a passagem, o porque das pessoas irem de nossas vidas?! O porque da morte?!

Porque a gente se envolve por algumas pessoas?! e outras não?!

O amor sempre me puxando pelo pé, e estralando minha alma, despertando o sol.

A vida é o mar, as ondas são pessoas

Onda que quebram: chegam como uma pancada, te ama, te revira da cabeça aos pés, te derruba, te leva, te acaricia, te da sono tranqüilo.

Onda que não quebram: passa sem te balançar, te da suspiros leves, e as vezes te tira o sono.

As minhas interrogações caberiam no infinito do coração de quem ama, ou no grão de areia pisado pelo um pobre garoto com fome, respirando agonia, vivendo na humildade de um pão dividido em migalhas. Enquanto...

Alguns jovens têm tudo que querem, e ainda lhe faltam.

A verdade é que a nossa fraqueza brota da busca da felicidade constante, dos sorrisos contínuos, da juventude eterna, do gosto doce dos sonhos.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Pensamentos de uma mente de morfina.

Acordei revirando o mundo, nos meus cobertores branco e preto. Querendo agarrar a felicidade sem humildade nos dedos. Sem medo da morte. Sem nenhuma vergonha da sorte. Sem casa. Nem documento. A realidade some. No fundo do copo da bebida. Que me consome. Lucidez de uma alma sem corte. Na mesa alguns risos. Na vida alguns riscos. Abre as cortinas pra liberdade. O amor não existe. E quem me consola é a. Minha virtude. Que desaparece no meu egoísmo. Boiando no copo de whiskey. Na brasa da minha paixão misturada com cinzas de cigarro.

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Amores Improvaveis

O que vem me confundindo há anos, dando nós em mim, me deixando sem respostas. Inconseqüente. É uma palavra de apenas cinco letras, difícil de entender, não é encontrado o significado amplo da emoção transmitida por ele em nenhum dicionário racional, daqueles que usamos na escola ou quando queremos achar algum significado da palavra. Mas vamos lá, com os meus 16 quase 17 anos de idade, aprendi que tem vários tipos de AMOR. Em 2006 de uma tarde quente, quase férias, quase adolescente, quase paixão,estava eu, em um corpo de uma garota de 12 anos, meu corpo, minha alma, e minhas descobertas. Descobertas do amor, algo que já me dava ânsias desde cedo, me revirava o estomago, porque eu pertencia á um amor não correspondido. E La estava eu indo no mesmo caminho para a escola, sempre, sonhos na mochila vermelha. Foi ai que tive minha primeira frustração no amor, porque ele de fato não me queria. Certamente o tempo passou, natal, ano novo, carnaval, eu mudei de faze, eu mudei de planos, conheci então, em 2007 um amor que me tirava do sério, que me maltratava, curto e grosso. Decidi então, esquecê-lo, botar pra fora de mim tudo que me fazia mal, mais uma vez fiquei frustrada com o amor. Colocando-me em 1º lugar no jogo da vida que logo começará para mim. Foi ai que conheci numa noite como qualquer outra, com jovens embriagados, com batidas de liberdade num embalo quente. Um amor amável, que passei há o conhecer durante algum tempo, e que a cada dia me surpreendia com seu doce semblante, me fez voar, me ensinou constelações de uma noite de verão, velava meu sono, protegia minha vida, porem a minha possessão foi aumentando do dia pra noite, cresceu algo em mim que se chamava ciúmes, e isso não parava nunca de crescer, algo que eu não conseguir mais controlar. E em uma de nossas brigas, acabei desligando o botão do amor, e apertei com tudo o do ódio, minha alma estava inquieta, e por certo isso teve um fim, não me afoguei nas minhas lagrimas por que meus amigos me deram bóias, La estava eu de novo, remendada, com o coração partida, e com um erro imperdoável. Passaram –se meses escuros, até eu dar-me de frente com a liberdade, e com a felicidade espontânea, festas, ‘pegação’, curtição, e no fim disso tudo? Estava eu e sua foto, deitados no meu travesseiro com seu perfume entre meu destino, algumas lagrimas, e ressaca. Tive La minhas paixões lembradas nos cadernos de linhas de ouro e prata. Como tudo na vida passa, essa minha fase também passou, e demorou meses e meses para esquecer do meu amor amável que eu guardava sobre 7 chaves. E tudo foi ficando mais calmo, mais claro, mais doce, e eu voltei minha vida novamente. Conheci numa tarde de inverno de 2009 um outro amor, ele era parecido com o anterior, e eu gostava de estar junto a ele, ele me fazia rir, me dava paz, me dava alegria, até vir o destino como sempre deselegante comigo, e levá-lo de mim, para longe,longe, longe...

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Postes Apagados

Eu não sei o resultado da droga do amor, que uma hora se prende a mim, e outra se solta. Não sei se ele é o nó em minha garganta. Se é as lagrimas que derrubo por não saber, Onde foi que eu errei? Não sei se ele é o meu coração partido em pedaços. Não sei se é o desespero de dependência de um outro ser. Não sei se é a tarde amarga debaixo das cobertas. Ou se é a solidão dividida ao meio. Não sei se é o por-do-sol. Se é a presença. A claridade. O carinho. As palavras. A esperança. Um dia se passou de muitos outros, e um dia tudo se torna lembranças. Não sei se ele é a igualdade, e a cumplicidade. Se é o ciúmes que toma conta. Dormir entrelaçados entre a linha do destino. Observar o quanto é importante. Ou ver o tempo passar sem querer num doce sonho. Chorar de amor e ódio. Colocar xilocaina no coração. Fazer piquenique. Rir das nuvens. O que realmente é o amor? Sera que valeria apena esperar ele num banco de cadeados? Ou esquecer e deixar que ele venha até voce com um doce sorriso de perdão? Procurar? Ou ser procurada? Um dia o amor se vai.. junto com o ódio e eis de atormentar alguém, como eu, frágil, que morre de rir com caretas, e morre de chorar com uma rosa. Que ri quando está acompanhada, e chora quando está com saudade, que senta no banco da vida, que se emociona com uma canção de amor, que gosta de ser artista, calar o amor na bebida, que procura a felicidade, que sonha com um jardim cheio de crianças, que chora com palavras. Que vive no silencio de uma vida sozinha, apreciando o sol, que sempre volta no dia seguinte.

sábado, 7 de novembro de 2009

Parte II

Inúmeras vezes me senti vazia pela distancia que nos separava, que me derramava lagrimas, de angustia por me sentir só no meio de minha casa, ou no meio de festas. Inúmera vez te quis por perto, por não ter mais força pra tentar dominar o tempo, buscar no meu ego alguma palavra que conforte tua tristeza, se completando com a minha. O amor não se resume só em “eu te amo”, beijos, carinho, e sexo. Ele se resume, em perdão, em força, lagrimas e sorrisos, se resume em ajudar-se, saber-se, lutar, chorar de solidão alguma vezes, compreensão, conselho, consolo, tomar banho de chuva, e banho de realidade, conectar as almas, se multiplicar, se somar pelas vitorias, amor é brigar e depois de minutos se abraçarem e presentear-se com um sorriso, é uma ligação no meio da madrugada, é pedir opinião, amor é dividir um momento, dividir um chocolate, dividir um sentimento, é olhar no olho, é se sentir feliz na companhia de alguém, é fazer uma viagem e lembrar da pessoa, fazer piqueniques, entender o silencio do outro, é dar uma força quando precisa, tentar procurar resposta para as duvidas de quem se ama, amor é por do sol, é praça, é abraço, é brisa de verão, é ver a lua, e aquecer-se, é correr contar uma novidade, é saber os segredos, é apagar os defeitos, e pintar a perfeição do outro, amor é ajudar, dar a Mao, dar abrigo dentro de si. Porque amor pode sair de todos os ângulos,se espalhar,pois acabam sempre em um mesmo resultado, mesmo que seja amor de amizade, de família, ou de namorado.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Estaçoes

Cada toque de cada melodia, Te prende em mim como cadeados fortes, e pesados E minha única resposta está na chave que deixei com você antes de você partir. E agora que você me deixou aqui? Eu vou encontrar as respostas pras minhas duvidas infinitas. Eu vou encontrar o meu sentindo, se você disser que me quer hoje, e amanhã. Estou tentando mais uma vez, no vazio das linhas expressar o que ninguém pode entender O que você faz agora, longe de tudo? Eu vou tentar encontrar as respostas... E eu juro que estarei aqui quando você voltar. Meu calendário amargo, e lento, já não existira, pois já não o usarei pra nada. Vou-me deitar sorrindo esta noite se você disser que me quer hoje, e amanha. Jogarei o impossível no lixo, e todas minhas duvidas. e quando eu acordar, quero te ver do meu lado. Isso me fortalecerá no dia-a-dia Verei todas as flores nascendo na primavera, sentada no banco da solidão. Verei as estrelas de uma noite de verão, deitada no colo da saudade Embaraçando-me os pensamentos... Mais eu sei que no inverno quem vai me proteger, é você.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Excessivamente

Aguda, e ardente a minha paixão Sem misericórdia, sem mistérios Desejando-te, desde o coração Tenho excesso de amor em cada palavra Medo do abismo, tentando alcançar o céu gelado Para cada algo há um pouco de dor Não vivo no racional Pois o amor me consome Tirando tudo que me pertence Dando-me fortaleza e fragilidade Minha fortaleza esta no teu sorriso E minha fragilidade o teu abraço. Dando-me o meu sorriso maior E minha lagrima mais humilde Meu sorriso vem do seu olhar E minhas lagrimas da tua ausência Dando-me equilíbrio e excesso O equilibro da nossa ‘distancia’ E excesso do nosso amor.

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

A Casa de Cinco Portas

Era calor, frio, e calor, e ao mesmo tempo os dois. Era uma tarde feliz, triste, feliz e ao mesmo tempo os dois... O céu enfeitado com diferentes tipos de cores, laranja, amarelo, vermelho, e ao mesmo tempo as três... O relógio correndo, estampado na parede da cozinha Eu, impulsiva, impaciente, remendada, atenta, e ao mesmo tempo longe, longe. Permanente. Avistava o velho do lado de seu único cômodo, cinco portas, e um sorriso, sem janelas! Conversava com a solidão naquele fim de tarde. A cada passo que eu dava refletia, a solidão é amiga de quem tem cinco portas em um só cômodo, e é amiga também de quem tem uma só porta para um palácio. O vento quente, frio na espinha, as arvore se mexiam. Havia tantas coisas ao redor, e eu me remoendo por dentro, com medo... Medo de a solidão conversar comigo, de ela parar na minha frente e dizer “Eis pequena diante de mim, e do mundo, das pessoas, e do céu”. Estranho é se sentir sozinha onde há pessoas, legais, chatas, e ao mesmo tempo os dois... É estranho esse aperto no meu coração, que já nem sinto mais A rua que eu descia, via o velho, parava um metro e cinqüenta. O muro escrito. As arvores balançavam em sintonia. E em um fim de tarde, com o céu enfeitado de cores quente, e meu coração frio, eu me sentarei em qualquer calçada, olharei o céu, o sol vai estar se pondo, do meu lado, não o verei mais, pois estarei eu e a solidão vendo a noite chegar.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Comprimidos

Se afundando nos seus vícios Caindo de cara no calçada Se quebrando Se maltratando Se odiando a cada dia Se não se ama? Quem te amara? Eu já quero ficar longe dos problemas mal resolvidos, dos traumas mal curados Da dor já esquecida Do copo de bebida que larguei na mesa Antes de mais nada quero que limpe o espelho Olhe pra sua própria alma E veja você o que a vida tem lhe dado, o que a vida tem lhe cobrado... E ao mesmo tempo veja quem está com você de verdade. Se não se importa com a SUA felicidade, tão pouco eu!

domingo, 21 de junho de 2009

Ontem

Lembro-me bem, mesmo que há muito. Os teus lábios nos meus como veludo Sentia o calor, o cobertor, e o tempo mudo Gostava das luzes coladas no céu marinho Das notas musicais que hoje trago tatuada Não prefiro a razão no apagar do sol Como se tudo não bastasse, amada Tudo não bastou, espalhei-o tudo a imensidão E recolhi o passado do chão Lavei-o com minhas lagrimas cristalinas Onde em cada gota está a saudade Tão inconsciente o destino de separar Alma tão inocente que caiu na pura tentação, e a se odiar Vive pedindo colo para os descontentes que achar A solução dos meus sonhos está na tua língua Que me alimenta de veneno, forte e lento Sinto minhas mãos trêmulas ao te ver passar Com o seu mesmo brilho E por um momento te vejo me desviar E em outros braços te encontro a se acariciar Tão besta a realidade de nos prender em um abismo Você pode amar os outros corações encontrados nas madrugadas Mas o laço entre nos não se deslaça.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Inapagável

Destinos Traçados com giz, cor por cor... Ela tinha tudo e mais, e ainda não se sentia satisfeita, cansada da escola, da rotina, da dor de cabeça, queria e queria. Deitava na rede, escutava uma canção que poucos sentiam... Sol de uma tarde fria queria também se igualar a isso. Porque seria tão difícil desejar alguém que te deseje? Todos seus pensamentos viravam de ponta cabeça e se reviravam no ar. A carência é contra o orgulho, ninguém quer assumi-la e todos já sentiram e sentirão. Isso prova que precisamos de amor. Pensava, pensava e pensava. Pegava as palavras do ar e fazia um quebra cabeça. O vazio era imenso, mais a vontade de viver era maior, lutava contra as memórias frágeis que fugiam da sua realidade, as dores de um dia como esse. Sorri é uma forma de se expressar pro mundo, e sentir é uma coisa pra se expressar por dentro, na alma. Ela balançava, vento sobre os cabelos cor de vinho. Álcool que me preenchia por alguns minutos insuficientes, pra ter alguém até a morte. Destinos na palma da mão, sem saber o fim disso, sem saber as flores que nasceram e morrerão. Memórias que brotaram e desapareceram. Sentia-se culpada, por não saber mandar em seus sentimentos afiados.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Novela

Novelas da vida, engulo o meu fel quieta.

Quero morrer de amor até que ele ainda exista, quero curar o ódio antes mesmo dele se camuflar! Quando bate o vento, parece a poeira se levantar,passando por uma serie de senas branco e preto. Corri na rua escura, comprei alguns cigarros apesar de odiar, naquele bar que sempre ia nos últimos dias, afinal o ódio só tomava conta. - Qual cor de isqueiro você prefere garota? - O vermelho me serve! -Combina com os seus cabelos – disse o velho, dono do pequeno bar. Afinal era a única cor que não me lembrava cinza era vermelho, e pra mim representava um coração inteiro, sem pedaços por hoje.

Sentei em uma mureta com alguns desenhos de rostos, acendi o cigarro, eu odiava o cheiro, uma lagrima rolou caiu em cima do isqueiro vermelho, enxuguei-a, foi só uma! As brasas queimavam, não podia ver a fumaça, sereno, acabei o cigarro continuei caminhando.

Sem perceber soltei um riso tristonho, sem inspiração alguma, voltei pra casa mãe e pai brigados, silencio deitei sobre minhas pelúcias, outra lagrima caiu, ouvia o barulho do relógio de ponteiro lentamente, e então já não me via mais acordada.

terça-feira, 26 de maio de 2009

Gás Hélio

Sem vontade alguma permaneço, ocupo um espaço que qualquer pessoa ocuparia neste vasto mundo de impugnação e desilusões . Observo lentamente a minha volta e nada muda, a parede branca continua a mesma, a pele pálida, e alguns pedaços de recordações no canto do quarto, não os joguei fora por nenhum momento do meu dia monótono, sinto então uma leve paz, o silencio toma conta da casa fria...unhas roídas, água com gosto de lágrimas, sem abrigo e refugio expulso o vazio pra fora de mim. Canal 20: ‘Assalto, violência, sangue, morte.’Canal 15: ‘Famosos sorriem no seu casamento de 600 mil. Blá blá blá’ Canal 12: ‘Jovem morre de overdose, em cidade universitária...’Canal: 25: ‘fome, fome, fome.’ Desligo a TV pois nenhum canal me serve, deito então na cama, coberta com gosto de inverno, almofada rosa, uma lagrima sem causa. Um mural estrelado, com fotografias em sépia. A ausência das cores me mata aos poucos, eu particularmente gostava do inverno colorido que se passou por mim, nem deu tempo de eu agarrar um desses meus sonhos, passou! No céu um papel, escrito palavras de amor, apagada com corretivo, um coração no final. Em seguido de um “eu te amo PRA SEMPRE”. Cansei-me de toda essa historia de “EU TE AMO PRA SEMPRE” pra mim isso é conversa de quem não tem nada mais pra fazer no resto da sua vida. La no fundo escuto o barulho do trem de 1930, época que minha bisavó estaria pensando o mesmo que eu, com La seus 18 anos e já com 2 filhos e ainda grávida, isso que eu chamo de juventude jogada fora, pensando bem, isso talvez não era mais que uma experiência, se os adolescentes de hoje com 13 anos, já fumam cannabis , imagina daqui 3 gerações, a ‘geração coca-cola’ já vai estar antiga. Todo esses pensamentos de geração me deixou com mais sede, água com gosto de lagrimas de novo, volto pro ano de 2009 o silencio toma conta, e eu aqui me imagino em toneladas de sonhos cheio de gás Helio. La ocupo meu espaço.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Pétalas

Parede branca, e pele Logo se avista o sonho de voar... o balanço que embalava o vento sobre os cabelos caicho por caicho! o barulho dos pássaro e por um momento feixe os olhos, permanecia em silencio ali no embalo. Abri os olhos já não era aquela minha infância, onde tudo era doce e calmo. Tinha La minhas manias, e o mundo aceitavam. Conheci o amor, ele me presenteou, mais o presente que ele me deu foi insuficiente para minha vaidade e desleixo , permaneci segurando por volta de 270 dias, o deixei cair da minha mão por que tentei pegar o presente fora do Meu alcance, ele caiu quebrou-se! e essa historia de amor me deixou dos avessos pelo mundo. Foi ai então que Conheci o perdão, ele me saudou, chutou o meu orgulho pra fora de mim, reconheci a falta do meu 1º presente. Mas sou mulher,muralha,forte,dolorosa, mas deixo algumas lagrimas escorrerem pra não virar mas uma pedra gelo nesse undo. A vida me deu outro presente e eu o agarrei vivo com ele até hoje, e amanhã... o poder de ser feliz! Parede branca, olhos estrelados. penso, fujo, finjo, paro, escuto, movimento, mente, vento, lua, brilho, pétalas, sorrisos,amigos,amor,odio,amor,odio,amor,odio,amor,odio,amor,odio,amor,odio,amor, la se foi a ultima pétala ...

sábado, 16 de maio de 2009

O frio congela os dedos, e a alma!Pudera então congelar o passado, que sem permissoes me faz presente, pouco me importava com a minha aparencia há esse ponto, dinheiro e beleza é remédio de doença sem cura, veja então o interno. se o interno não vale, tão pouco a beleza. Fazia eu então todo dia o mesmo caminho, inverno, outono, verão, primavera, folhas e faiscas caiam pensava então na vida, a vida começa te puxar, se suas força nao forem suficiente ai voce acaba caindo, mais isso não é sinal de fraqueza. é sinal de aprendizagem! quanto maior seu tombo maior sua experiencia. As minhas lagrimas até hoje caem por algo que já se foi, por erros imperdoaveis, elas escorrem sobre as boxexas rosadas e então no chao as vejo, aonde me encontro por diversas vezes. É lá que deveria estar, mais continuo voando, os exageros me levam á prazeres, mas quando tudo acaba, parece a vida acabar junto.A verdade é que não me contento com pouco, to sempre querendo, mais não sei ao certo o que quero, isso é uma imensidão incuravel, cada amor te deixa então uma cicatriz, e sempre que voce há ve, virá uma imagem a sua cabeça á qual nunca esquecerá, do que adianta te cercarem de amores?! se a unica cicatriz que voce leva, se afasta cada dia um pouco...dias de inverno, em que poderia então congelar o passado! guardar numa caixinha com coraçoes desenhados e só abrir quando a saudade realmente chamar!

sexta-feira, 15 de maio de 2009

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

As vezes é preciso a dor pra se perceberO quando ja nao me fez sofrer, até que tenha me matado aos poucoscom seus olhares por meu dentro ocoe me doi te ver.As vezes te quero inteiro, seus cabelos, labios, e apelos!a juras que me falou, dos amores que tive, escolhi voce entre outros e outros só tive voce.e quando o amor existe a dor nao passa, e quando é verdadeiro a saudade fica.e me doi te ver.quando passa por mim com seus mistérios e brisas, sua cautelaseu riso continua o mesmo, porem mais sombriu do que nunca, seu olhar continua o mesmo só que mais frio do que nuncae me doi te versuas juras, lagrimas e risos ah como me dói te ver.

sábado, 24 de janeiro de 2009

E nossa história não estará pelo avesso assim sem final feliz teremos coisas bonitas pra contar e até lá vamos viver temos muito ainda por fazer não olhe pra trás apenas começamos o mundo começa agora, ahh! Apenas começamos.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

170508

O verão como tudo traz o frio.Sol que se faz nublado, em infinitos cantos de passarosE o amor que se faz presente até mesmo na dor em dias assimNão restou mais nada em mimSempre quis tudo mais do que podiaHoje vivo em gritos de calmas melodiasNada mais digo, nada mais odeio, nada mais pensoO nada se tornou tudo, o mundo se tornaou nada E pouco me importa as palavras que saem de mim em dias assim.Só sei que me sinto dessa forma em algum lugar,em lugares sem fim.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Amor por entre as nuvens

Ama, me aquece, me tira daqui.sinto frio no coração, sinto calor nas suas maos.some, me larga, me esquece, me aquece.eu nao quero nunca mais te ver, nem falar teu nome no meu dia-a-dianao me olha assim,eu nao resisto, nao posso, nao devo!eu quero que voce saia de todos os meus pensamentos,eu quero esquecer os lugares e os desejos, e eu quero voce só pra mim.eu sou cheia das manias e desesperos, e talvez isso seja voce dentro de mim.eu quero te odiar pra sempre, o que voce faz não é certo, me faça dormir pela ultima vez, sim isso talvez seja certo pra mim.eu quero mudar de vida de planos, e voce ainda continua enxistindo aqui nas minhas lembraças?!por favor não me olha assim!