terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Amores Improvaveis

O que vem me confundindo há anos, dando nós em mim, me deixando sem respostas. Inconseqüente. É uma palavra de apenas cinco letras, difícil de entender, não é encontrado o significado amplo da emoção transmitida por ele em nenhum dicionário racional, daqueles que usamos na escola ou quando queremos achar algum significado da palavra. Mas vamos lá, com os meus 16 quase 17 anos de idade, aprendi que tem vários tipos de AMOR. Em 2006 de uma tarde quente, quase férias, quase adolescente, quase paixão,estava eu, em um corpo de uma garota de 12 anos, meu corpo, minha alma, e minhas descobertas. Descobertas do amor, algo que já me dava ânsias desde cedo, me revirava o estomago, porque eu pertencia á um amor não correspondido. E La estava eu indo no mesmo caminho para a escola, sempre, sonhos na mochila vermelha. Foi ai que tive minha primeira frustração no amor, porque ele de fato não me queria. Certamente o tempo passou, natal, ano novo, carnaval, eu mudei de faze, eu mudei de planos, conheci então, em 2007 um amor que me tirava do sério, que me maltratava, curto e grosso. Decidi então, esquecê-lo, botar pra fora de mim tudo que me fazia mal, mais uma vez fiquei frustrada com o amor. Colocando-me em 1º lugar no jogo da vida que logo começará para mim. Foi ai que conheci numa noite como qualquer outra, com jovens embriagados, com batidas de liberdade num embalo quente. Um amor amável, que passei há o conhecer durante algum tempo, e que a cada dia me surpreendia com seu doce semblante, me fez voar, me ensinou constelações de uma noite de verão, velava meu sono, protegia minha vida, porem a minha possessão foi aumentando do dia pra noite, cresceu algo em mim que se chamava ciúmes, e isso não parava nunca de crescer, algo que eu não conseguir mais controlar. E em uma de nossas brigas, acabei desligando o botão do amor, e apertei com tudo o do ódio, minha alma estava inquieta, e por certo isso teve um fim, não me afoguei nas minhas lagrimas por que meus amigos me deram bóias, La estava eu de novo, remendada, com o coração partida, e com um erro imperdoável. Passaram –se meses escuros, até eu dar-me de frente com a liberdade, e com a felicidade espontânea, festas, ‘pegação’, curtição, e no fim disso tudo? Estava eu e sua foto, deitados no meu travesseiro com seu perfume entre meu destino, algumas lagrimas, e ressaca. Tive La minhas paixões lembradas nos cadernos de linhas de ouro e prata. Como tudo na vida passa, essa minha fase também passou, e demorou meses e meses para esquecer do meu amor amável que eu guardava sobre 7 chaves. E tudo foi ficando mais calmo, mais claro, mais doce, e eu voltei minha vida novamente. Conheci numa tarde de inverno de 2009 um outro amor, ele era parecido com o anterior, e eu gostava de estar junto a ele, ele me fazia rir, me dava paz, me dava alegria, até vir o destino como sempre deselegante comigo, e levá-lo de mim, para longe,longe, longe...

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