domingo, 27 de dezembro de 2009

Sonhos Infláveis

Eu pensava na possibilidade das pessoas irem e virem da minha vida, com tal probabilidade da matemática, que não me descia na garganta desde que comecei a olhar no relógio da vida. O fato era mais grave ainda, que a matemática que eu por certo odiava, o erro era a passagem, o porque das pessoas irem de nossas vidas?! O porque da morte?!

Porque a gente se envolve por algumas pessoas?! e outras não?!

O amor sempre me puxando pelo pé, e estralando minha alma, despertando o sol.

A vida é o mar, as ondas são pessoas

Onda que quebram: chegam como uma pancada, te ama, te revira da cabeça aos pés, te derruba, te leva, te acaricia, te da sono tranqüilo.

Onda que não quebram: passa sem te balançar, te da suspiros leves, e as vezes te tira o sono.

As minhas interrogações caberiam no infinito do coração de quem ama, ou no grão de areia pisado pelo um pobre garoto com fome, respirando agonia, vivendo na humildade de um pão dividido em migalhas. Enquanto...

Alguns jovens têm tudo que querem, e ainda lhe faltam.

A verdade é que a nossa fraqueza brota da busca da felicidade constante, dos sorrisos contínuos, da juventude eterna, do gosto doce dos sonhos.

Nenhum comentário: