segunda-feira, 9 de agosto de 2010

"Brasil mostra tua cara"

Grande porte da nação

Grande terra amada

Com miséria, poluição

Ô pátria querida

Onde hoje me abriga

Mas me cobra até comida,

Das arvores dessa imensidão

Quase verde e quase puros

Mas nunca maduros

Para mascara cair ao chão

Ô tão bela terra

Porque deixas habitares tão podres humanos?

Não mereces a flor que flora

No jardim que hoje chora

Implorando gotas de água

Que tu jogas fora

Menino, com arma na mão

Já aprendeu como se faz

E se mira certo ou não...

Tanto faz

Já nasceu com a morte ao lado

Nem sabe o que é paz.

Na parte nobre abriga-se a cegueira

Fingindo não ver nem a beira

De tamanha pobreza

Da vida ninguém sai vivo

Ninguém escapa

Nem da morte a esperteza

Habita-te poucas e boas pessoas

Que vive com humildade amarrada na beleza

De tudo que é pouco e simples

Porque o sinônimo de felicidade nunca foi MUITO

Habita-te quem conheceu o amor

Quem tem garras firmes, para ajudar o ruim

Dessas reviravoltas

Que sempre dão o mesmo fim.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

"Tudo vale a pena se a alma não é pequena"

Foi mais um dia, de domingo curto

Foi mais um dia, em que eu quis ser sempre cada vez mais alma de cristal, anjo de asas dourada.

São os detalhes, os mínimos detalhes que traz a pureza no olhar

Desistir nunca mais, porque já se foi o tempo que o amor reinava em outra terra distante...

Lá nessa terra era rei, por ser rei gostava mesmo de mandar, e desmandar, mais depois que seus amados o deixou só, nunca mais foi o amor que era antes.

Mudou-se pra cá, agora é ainda mais puro, não manda em quase nada pois fez as pazes com o destino, é ainda rei, rei do seu olhar...dos lábios.

Gosta mesmo é de sentimento, afeto e carinho.

Ah quem dera esse domingo não ter passado assim, de pernas pro ar derrubando tudo.

Quem me dera pudesse congelar o tempo, segurar o relógio, o sol, a lua, qualquer coisa para ficar comigo nesse domingo, durante muitos anos.

Sua mão na minha, sua boca na minha, seu amor no meu, seus olhos em mim, e os meus no seu.

Tolice é não se apaixonar.