Me faço de
escrava
Do seu
sorriso tolo
E do teu
dente que me crava
Em meio ao
nosso amor bobo.
Me faço de
refém
Do teu olhar
E me
pergunto o tempo todo
“Será que
você vem?”
Me falta o
ar
Só de pensar
Nas tuas
mãos ao meu corpo a passear.
Me faço de calada
Pra ouvir tua
voz
Fazendo
carnaval
Na minha
madrugada;
Me faço de
palhaça
Só pra ver tua
gargalhada
No meu circo
da desgraça.
O tempo é
tão pequeno
Mas nada
importa...
Enquanto
tiver você assim, sereno.
Hoje você
vem?
Esquece o
relógio.
Esquece o
tempo que a gente tem.
Mas diz que
você vem...
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