domingo, 10 de outubro de 2010

Pequena dor de um amor sem fim.

Era sábado, à noite... não tínhamos mais nada alem do seu próprio quarto azul do mar, e nosso amor que preenchia todo aquele.

Não tínhamos emprego, casa própria, nem carteira de motorista.

Naquela noite de sábado, você olhou pra mim e disse:

- O que houve?

Eu respondi baixinho “Não sei”, mais na verdade eu sabia.

Perguntou intrigado novamente o que havia comigo.

Minha boca se enchia de palavras que eu tinha vontade de vomitar todas de uma vez.

- A culpa é do amor!

Amor é fazer almoço de domingo, dormir agarrado, e se emocionar com um ‘te amo’

Mas quando temos que ver a ida dessa pessoa, o amor é lagrimas, insegurança, e dor.

Dor de lembranças, dor de espera que nunca se acaba, dor de não ter mais com quem sonhar.

Dor de saudade, e dor de ausência.

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