segunda-feira, 5 de abril de 2010

Já não sei o que me congela; O inverno Ou um coração sem porta e janela. Não me gusta te querer tanto Deixar seu vel da saudade em mim Já nem sei o quanto As noites caem assim Busquei-me em todos os cantos Mais só me encontrei em mim Fiz promessas para todos os santos Para que não fosse triste o fim. E como um pensamento pesado Te vejo na raiva e no amor Nem futuro nem passado Vai trazer intenso ardor. o sol que queima a estrada despertou-me o valor das coisa simples e calada que derreteu o meu rancor.

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